segunda-feira, novembro 19, 2018

Sondagem: Catarina Martins destrona Costa no lugar de líder partidário com melhor avaliação

Embora esteja longe dos seus melhores resultados, Catarina Martins beneficiou da queda de António Costa. A líder do BE tem agora a melhor avaliação entre os líderes dos partidos, segundo uma sondagem da Aximage. A coordenadora do Bloco de Esquerda é a líder partidária mais bem avaliada pelos portugueses, revela o barómetro da Aximage para o Negócios e Correio da Manhã. Segundo o barómetro da Aximage, feito para o Negócios e Correio da Manhã, o índice de avaliação de António Costa caiu em Novembro pelo terceiro mês consecutivo, para 10,6 (em 20 valores), quando em Abril estava em 13,7.

Sondagem: Maioria acredita que António Costa sabia do encobrimento do caso Tancos

Persistem dúvidas quanto ao grau de conhecimento, por parte do primeiro-ministro e do Presidente da República, sobre o encobrimento da recuperação das armas roubadas em Tancos. Maioria dos portugueses considera que Costa sabia e quase dois terços acreditam que Marcelo não teve conhecimento. António Costa sabia do encobrimento do roubo das armas do paiol de Tancos e Marcelo Rebelo de Sousa desconhecia, é esta a convicção da maioria dos inquiridos pela Aximage num estudo de opinião realizado para o Negócios e o Correio da Manhã. Questionados sobre se o primeiro-ministro teve, ou não, conhecimento do processo de encobrimento do assalto a Tancos, 52,5% dos entrevistados responderam que "sim", com 38% a responderem que "não" recebeu qualquer informação acerca do assunto.

Funchal: trânsito a roçar o caótico e com medidas absurdas

O transito na cidade do Funchal está  caótico, bem pior do que devia estar numa cidade com a configuração da nossa (e que provavelmente deveria dispensar medidas restritivas avulso que acabam por ter implicações a montante ou a jusante, gerando uma confusão e provocando a irritação nas pessoas). E podem os "expert" das projecções em computador, das medidas baseadas no Excel sustentar que o trânsito está melhor, porque a realidade, sobretudo nas chamadas "horas de ponta", desmente essas teorias. Prevejo que na altura do Natal e Fim-de-Ano o caos se vai instalar na cidade.Nem vale a pena antecipar isso...

RTP: se o problema do "Prós e Contra" são as audiências não vejo o problema

Ciclicamente aparecem notícias sobre o tema. Vai acabar? Não vai acabar? Vai ter mais algum tempo de vida? Mas pelos vistos ninguém tem a dignidade de discutir os factos e de colocar em cima da mesa os verdadeiros problemas que impedem que um bom programa de debate - mesmo que muitas vezes maçador  e com demasiados intervenientes, o que explica a perda de audiências - tenha o seu espaço próprio. E não me venham com a treta do "serviço público" porque em televisão isso não pode ser a artimanha para justificar seja o que for, sobretudo o que não tem justificação nenhuma. Serviço público, ainda por cima na televisão, exige responsabilidades, porque a pressão da concorrência é cada vez maior e desesperada e a RTP já é financiada anualmente pelo estado (e pelas pessoas) em quase 250 milhões de euros. E bem!
O problema, pelo que dizem, prende-se com a queda de audiências, bastante acentuada, contrastando com os custos da sua realização. Ou seja se televisão e as grelhas televisivas exigem pragmatismo e a percepção da resposta em termos de audiências, não entendo a polémica. Aliás, duvido muito que a RTP e este programa tenham por objectivo combater, na noite de segunda-feira, as privadas com programas dedicados ao desporto e ao balanço da jornada, sempre com muita especulação à mistura. Esqueçam! Não será o Prós e Contras e inverter essa tendência em termos de audiências televisivas.
Nota final: sou adepto incondicional do serviço público de televisão, não me repugna nada que o estado tenha meios de comunicação social, tenho medo, diria um pavor crescente, quando a comunicação social sustenta que só é verdadeiramente livre quando privatizada e dominada por grupos empresariais, sobretudo empresas e financeiros, que têm os seus interesses e usam os média que possuem para lutarem pelos seus interesses e manipularem, mais ou menos discretamente. Liberdade de imprensa é isso? Talvez isso explique a profunda (e escondida) crise que aos poucos vai matando o sector privado da comunicação social em Portugal sobre a qual ninguém fala porque não interessa falar de crise de receitas, de precariedade, de deontologia aturada para o lixo, do primado do vale tudo em nome das vendas ou audiências, etc (LFM)

Geringonça "oferece" 800 milhões à banca

Que dizer de um governo da geringonça (de esquerda) que reserva aos bancos quase 800 milhões de euros para resolver o mamanço que durante anos ali houve pelo colarinho branco,  e que diz que não tem dinheiro para professores e funcionários públicos? Governos de "esquerda" destes só no caixote do lixo...

Novo Banco ainda não está a aplicar juros negativos...

A legislação que obriga os bancos a repercutirem integralmente os valores negativos do indexante entrou em vigor em meados de Julho. Mas o Novo Banco enfrenta problemas informáticos, que espera resolver "em breve" (Jornal de Negócios). Será que o NB demora tanto quando se trata de receber os milhões do Estado que obriga os contribuintes a meterem centenas de milhões praticamente desde a tramóia do ex-BES? Só este ano falam em qualquer coisa como 600 milhões de euros como oferta natalícia do OE-2019 a um banco cujo verdadeiro embuste ninguém ainda conhece e, pior do que isso, cuja bandalheira corrupta autoras de todas as patifarias conhecidas,  continua à solta. Ou não fossem eles triste exemplares repugnantes do "colarinho branco" do jet-set" nacional, como sempre bem rasca, mas sempre a mamar à custa de alguém

EDP cobrou duas vezes a mesma factura a dezenas de milhares de clientes devido a "erro de comunicação"

Um "erro de comunicação com o banco" fez com que a EDP duplicasse a cobrança das facturas a dezenas de milhares de clientes. A empresa garante que a situação foi resolvida no próprio dia (Jornal de Negócios). Como diz o outro, minha gente toca a abrir todos os olhos porque nem esses bem abertos chegam perante a voracidade mamadoura desta escumalha

Operadoras preparam mexidas em alguns tarifários para 2019

"Depois de terem estado dois anos sem fazer grandes alterações nos tarifários, a Meo e a Nos preparam-se para avançar com algumas mexidas. Mas não para todos os clientes. A Vodafone não prevê subida de preços" (Jornal de Negócios). Só um alerta para o que aí vem. Como cliente da Vodafone - não na Madeira - fico satisfeito mas custa a crer... Claro que uma grande parte disto tem a ver com o financiamento do futebol, melhor dizendo, por via de contratos milionários assinados com os principais clubes nacionais sem os quais dificilmente sobreviveriam

Concursos de obras públicas acumulam primeira queda desde a posse do Governo

Até Setembro, as empreitadas de obras públicas em Portugal tiveram uma queda homóloga de 26%, segundo o barómetro dos industriais do sector, que assinala também uma "evolução desfavorável" na celebração de contratos" (Negócios). Ou seja há "sucessos" financeiros que se pagam bem caros embora o discurso para o exterior, para os eleitores, seja devidamente alindado pelas agências de comunicação e assessorias de imprensa que até hoje têm levado a bom porto esta empreitada propagandista. Depois aparece a ditadura inquestionável dos números contra dificilmente conseguem ter exito.

Construção é o sector onde os custos salariais mais aumentam

Os custos do trabalho aumentaram 4% no sector da construção em Portugal. No conjunto da economia, a subida foi de 1,5% no terceiro trimestre. Os dados foram publicados esta quarta-feira, 14 de Novembro, pelo Instituto Nacional de Estatística (INE)". O que me dá vontade de rir é haver alguns partidozecos e políticos de pequena estatura - porque nem todos conseguem ter a dimensão competente, pragmática e séria que a sociedade exige - se insurgir contra a construção como se se tratasse de um bicho-papão. Obviamente que podendo ter duas faces de uma mesma moeda, e admito que possa ter, em termo de rendimentos aos trabalhadores a realidade está aí bem à vista de todos. Doa a quem doer.

Sondagem: António Costa e Rui Rio registam popularidade mínima

Os líderes dos dois principais partidos portugueses caíram em novembro para o nível mais baixo de popularidade desde o início do ano. No mais recente estudo da Aximage para o CM e o ‘Negócios’, o secretário-geral do PS e primeiro-ministro António Costa recebe – numa escala de 0 a 20 – a nota de 10,6 por parte dos inquiridos, enquanto que o presidente do PSD, Rui Rio, recolhe um resultado negativo de 6,9. Desde fevereiro de 2018, altura em que o barómetro da Aximage integrou pela primeira vez o líder social-democrata, este já baixou mais de cinco pontos na avaliação feita mensalmente, facto a que não serão estranhos os sucessivos casos que têm afetado a atual direção do PSD, sendo o mais recente o dos registos no Parlamento do secretário-geral, José Silvano, quando afinal estava ausente.

Sondagem mostra que a maioria acredita que Costa sabia de encenação de Tancos

A maioria dos portugueses acredita que o primeiro-ministro, António Costa, tinha conhecimento do encobrimento no processo de desaparecimento e de recuperação das armas de Tancos, ao contrário do que acontece com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. Segundo uma sondagem da Aximage realizada para o Correio da Manhã, 52,5% dos inquiridos dizem que o chefe do Governo sabia da encenação da Polícia Judiciária Militar e de elementos da GNR em torno do furto das armas. É entre os eleitores do PSD (71,5%) e do CDS-PP (85%), mas também da CDU (72,7%), em larga maioria, que existe esta convicção. Por outro lado, 38% dos eleitores defendem que Costa não tinha conhecimento de nada. No que ao Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, diz respeito, o sentido dos portugueses é totalmente oposto: a grande maioria, 65,2%, respondeu que o Chefe de Estado não sabia do caso, enquanto apenas 23,4% dos entrevistados acreditam que Marcelo estava a par de toda a situação. Entre os que acreditam na palavra do Presidente da República, que já negou, por várias ocasiões, qualquer conhecimento sobre as armas furtadas, a maioria, 79%, são eleitores socialistas. A mesma sondagem indica que grande parte dos portugueses, 81,7%, está convencida de que a polémica de Tancos feriu com grande gravidade o bom nome de Portugal, assim como o bom nome das Forças Armadas Portuguesas (79,5%).
FICHA TÉCNICA - Universo: Indivíduos inscritos nos cadernos eleitorais em Portugal com telefone fixo no lar ou possuidores de telemóvel. Amostra: Aleatória e estratificada (região, habitat, sexo, idade, escolaridade, atividade e voto legislativo) e representativa do universo e foi extraída de um subuniverso obtido de forma idêntica. A amostra teve 603 entrevistas efetivas: 281 a homens e 322 a mulheres; 59 no Interior Norte Centro, 85 no Litoral Norte, 104 na Área Metropolitana do Porto, 110 no Litoral Centro, 166 na Área Metropolitana de Lisboa e 79 no Sul e Ilhas; 100 em aldeias, 162 em vilas e 341 em cidades. A proporcionalidade pelas variáveis de estratificação é obtida após reequilibragem amostral.
Entrevista telefónica por C.A.T.I., tendo o trabalho de campo decorrido entre os dias 9 e 12 de novembro de 2018, com uma taxa de resposta de 76,9%. Erro probabilístico: Para o total de uma amostra aleatória simples com 603 entrevistas, o desvio padrão máximo de uma proporção é 0,020 (ou seja, uma margem de erro - a 95% - de 4,00%). Responsabilidade do estudo: Aximage Comunicação e Imagem Lda., sob a direção técnica de Jorge de Sá e de João Queiroz (Correio da Manhã)

Sondagem: Costa e Governo atingem mínimos de popularidade

A duas semanas de aprovar um orçamento com boas notícias para os portugueses, os números do barómetro da Aximage não sorriem a António Costa. A avaliação feita ao trabalho do primeiro-ministro é a mais baixa desde que se formou esta maioria parlamentar. A mudança foi rápida e algo surpreendente. A avaliação que os portugueses fazem do primeiro-ministro encontra-se no nível mais baixo desde que foi formada a maioria de esquerda no Parlamento. Segundo o barómetro da Aximage, feito para o Negócios e Correio da Manhã, o índice de avaliação de António Costa caiu em Novembro pelo terceiro mês consecutivo, para 10,6 (em 20 valores), quando em Abril estava em 13,7.

domingo, novembro 18, 2018

Vamos ser cúmplices desta Europa de merda que aos poucos vai definhando?

Quando olho para o estado desta Europa de merda, decadente, ultrapassada, incapaz de modernizar-se e de adaptar-se aos novos tempos, esta Europa enjoativa do primado do dinheiro, do défice e das dívidas, esta Europa dos interesses corporativistas transformada num covil de oportunistas e de jogos de interesses mesquinhos onde os países mais pequenos são enganados, ameaçados e esmagados pelos interesses e pelo poderio dos países maiores e mais influentes - mais influentes porque entram com mais dinheiro para o orçamento da treta que Bruxelas aprova todos os anos - e acho que sou cada vez mais não um anti-europeísta mas contra esta Europa de merda com a qual nos confrontamos. E quando e vejo cenas caricatas como estas em que o Presidente da Comissão, que deveria ser o símbolo da pujança e da esperança da Europa, não é mais que um triste, patético, decadente e miserável episódio que contrasta com tudo o que desejamos e que revela no fundo não apenas a fragilidade e a decadência de um ser humano - o que é normal e compreensível no ciclo da vida de qualquer um de nós - e o seu contraste com as exigências de um cargo como o que exerce sem perfil, rigor ético, dinâmica política e seriedade para ele (lembram-se dos fretes fiscais no Luxemburgo quando ele era primeiro-ministro?). Enquanto esta Europa for isto, uma Europa de milhões a correr para os bolsos de alguns e a encher a pança corrupta de patéticos protagonistas atirados para prateleiras douradas à espera que o tempo passe e fingindo que governam ou zelam pelos nossos interesses colectivos, nada feito. Juncker já anunciou que vai embora depois destes 5 anos. Se não fizesse seria atirado para a valeta. Mas o legado que ele deixa é uma trampa, uma perda de tempo, uma Europa a definhar uma Europa mais virada para os gatunos, os corruptos e os bancos e menos para as pessoas. A Europa vai definhar, vai continuar a  ter uma extrema-direita cada vez forte e persistente, uma Europa a ter problemas sociais e económicos mais graves e a viver permanentemente no trapézio onde os estados estão cada vez mais isolados, pensando nos seus interesses e não no colectivo europeu. Uma Europa destas, decadente, que nada tem a ver com a Europa dos fundadores, com o espírito do Tratado de Roma, com o combate às assimetrias, com o primado da solidariedade, com os valores de "um por todos, todos por um",  é uma Europa que deveria ser atirada para o caixote do lixo e apelar a uma mudança, se tiver que ser por via de uma revolução, já nas eleições europeias, uma revolução que mesmo que tivesse custos nos primeiros anos, acabaria por dar resultados, porque no fundo o que queremos todos é uma Europa da solidariedade, de valores, de princípios, de progresso e de causas, uma Europa ao serviço aos  Homens e das Mulheres, jovens ou adultos, uma Europa que recuse a manipulação do capital, a pressão dos bancos, as máfias instaladas em Bruxelas e todos os seus tentáculos corruptos de colarinho branco que miseravelmente por lá andam impunes. É essa Europa que eles querem manter precisando apenas de promover eleições de 5 em 5 anos para que o sistema sobreviva, tudo graças aos pacóvios idiotas dos europeus que sem saberem apenas mantêm um "establishment" de interesses  que precisamos derrubar e derrotar nem que seja à força. E repito, indiferente ao que depois  me possam dizer: se essa mudança não vai a bem, por via eleitoral (não acredito até porque sabemos todos que as eleições europeias são as que registam as mais elevadas taxas de abstenção suficientes para questionarmos a representatividade, não a legitimidade, dos deputados europeus eleitos e pagos principescamente para zelarem pelos interesses de cartéis de bandalhos corruptos que mantêm a Europa refém dessa enorme hipocrisia construída e mantida à sombra do Tratado de Roma), então que seja feita à força, nas ruas, com dureza e determinação (LFM)

sábado, novembro 17, 2018

Barómetro da Eurosondagem: Marcelo tem mais crédito do que Costa sobre Tancos

A maioria acha que Rui Rio fez mal em manter a confiança em Silvano. Não consegue definir o próximo Orçamento de Estado entre eleitoralista e austeritário. E acha que quem mais contribuiu para os últimos OE foi o PS. Sobre Tancos, o barómetro da Eurosondagem mostra que Marcelo tem mais crédito do que o primeiro-ministro. Os portugueses acreditam mais em Marcelo Rebelo de Sousa do que em António Costa no caso de Tancos. De acordo com o barómetro de novembro da Eurosondagem para a SIC e o Expresso, 36,3% dos inquiridos acham que o primeiro-ministro sabe mais do que tem sido dito sobre Tancos, mas a percentagem sobre a mesma pergunta desce, no caso do Presidente da República, para 26,5%. Quando lhes perguntam se Costa está a falar verdade e não foi mesmo informado sobre todos o processo que já levou à recuperação do material roubado, 47,9% acha que sim. Mas a percentagem sobe para 62,1% quando a mesma pergunta - se está a falar verdade e não foi informado - é colocada relativamente a Marcelo Rebelo de Sousa.

Barómetro da Eurosondagem: Maioria quer IVA reduzido para as touradas

A maioria dos inquiridos pelo barómetro de Novembro da Eurosondagem é a favor da redução do IVA para as touradas, de 13% para 6%. Há uma maioria favorável à descida do IVA para as touradas de 13% para 6%. De acordo com o barómetro de novembro da Eurosondagem, o tema que dividiu o Partido Socialista e o Governo também divide o eleitorado, mas os que não querem beneficiar o espectáulo da tourada são minoritários. Confrontados com a pergunta "Acha que no âmbito do Orçamento de Estado os bilhetes para as touradas devem ver o IVA reduzido, como os outros espetáculos, de 13 para 6%", 44,1% respondem que sim e apenas 36,2% consideram que não. Os que não sabem ou não respondem são 19,7%.

SIC-Notícias: reportagem Más Acções 2


SIC-Notícias: reportagem Más Acções 1


Investigação TVI - IRA: grupo encapuzado suspeito de terrorismo envolve dirigente do PAN


Porto Canal: Universo Porto da Bancada (13 Novembro 2018)


SIC-Notícias: Quadratura do Circulo (15 Novembro 2018)


SIC-Notícias: Eixo do Mal (10 Novembro 2018)


O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (XIX)


fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (XVIII)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (XVII)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (XVI)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (XV)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (XIV)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (XIII)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (XI)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (X)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (IX)




fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

sexta-feira, novembro 16, 2018

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (VIII)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (VII)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (VI)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (V)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (IV)

fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (III)


fonte: estudo do TdC intitulado "Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação"

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (II)


CONSIDERAÇÕES PRÉVIAS
O presente documento integra os resultados do “Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na Região Autónoma da Madeira na área da educação”, realizado entre fevereiro e julho de 2018, junto da Secretaria Regional de Educação (SRE).
PRINCIPAIS CONCLUSÕES
Tendo por base os resultados do estudo realizado, apresentam-se as seguintes conclusões, que sintetizam os principais aspetos da matéria exposta ao longo do presente documento:

- Evolução demográfica da população residente na RAM

1. A população total residente na RAM manteve-se relativamente estável nas últimas três décadas, caraterizando-se por uma inflexão em 1999, que inverte o período de decréscimo anterior, dando início a uma fase de crescimento populacional, e outra em 2011, que põe termo a essa fase de crescimento e inicia um novo período de queda.
2. A estrutura etária da população residente na RAM alterou-se significativamente nos últimos 25 anos, assistindo-se a um expressivo crescimento da população no escalão etário entre 25 e os 64 anos, um aumento da população com 65 e mais anos, e uma contínua diminuição da população com idade inferior a 25 anos

O "crime" do Tribunal de Contas (Madeira) que veio agitar o "establishement" educativo (I)


CONCEITOS

Abandono escolar - Abandono do sistema de educação e formação antes da conclusão do INE (sistema de escolaridade obrigatória e dentro dos limites etários previstos na lei.
Abandono precoce de educação e formação - Situação do indivíduo com idade entre os 18 e os 24 anos e com nível de INE (sistema de escolaridade completo até ao 3º ciclo do ensino básico que não está a ta informação) frequentar qualquer actividade no âmbito da educação formal ou educação não formal.
Aluno/Aluno matriculado - Indivíduo que, após um ato de registo administrativo, participa em per- OERAM cursos de educação e formação no âmbito da educação formal.
Ano escolar - Período compreendido entre o dia 1 de setembro de cada ano e o dia 31 DL n.º 55/2018 de agosto do ano seguinte.
Ano letivo - Período contido dentro do ano escolar no qual são desenvolvidas as atividades escolares e corresponde a um mínimo de 180 dias efectivos.
Creche - Estabelecimento de educação frequentado por crianças com idade compreendida entre os 3 meses e os 35 meses, completados até 31 de Dezembro.
Desistência - Situação que ocorre em consequência do abandono temporário de alunos ou formandos da frequência das actividades lectivas de um período de formação ou de uma ou mais disciplinas no decurso de um ano letivo (Notas: inclui-se o abandono, a anulação da matrícula e a exclusão por excesso de faltas)

Sondagem: PSD tem a maior queda e vê PS subir nas intenções de voto

O PSD de Rui Rio está pior do que há um ano estava com Pedro Passos Coelho. Na sondagem de novembro, os sociais-democratas caem abaixo dos 27% e veem o PS cada vez mais longe, a 15% de diferença. Mesmo com o caso Tancos, o PS subiu e se as eleições fossem hoje, vencia sem maioria absoluta.

Sondagem deastrosa para Rio e sua corte: PSD a cair, PS a crescer, Costa embalado, e Marcelo superstar

No barómetro de novembro da Eurosondagem para o Expresso e SIC a tendência geral mantém-se em relação ao inquérito anterior: o PSD continua a cair e o PS, a subir devagarinho, já está com 41,8%. A maioria absoluta de Sócrates foi com 45,03%. O PS continua a subir e o PSD a descer. O BE e o PCP aguentam-se sem oscilações dignas de nota. O partido de Assunção Cristas, que foi de férias em julho com 7,5% das intenções de voto e regressou em setembro com 7,7%, caiu agora para 7%. Más notícias para a direita, portanto. A soma dos dois partidos nesta faixa do espetro político vale menos oito pontos do que o PS sozinho, já que o PSD voltou a cair e já só consegue reunir 26,8% das intenções de voto. Os socialistas subiram quatro décimas de setembro para novembro e estão com 41,8%, o que confirma uma caminhada lenta mas sustentada rumo à maioria absoluta.

Venezuela, um país em morte lenta

Durante décadas, a Venezuela foi considerada o Estado mais rico da América Latina, à custa do maná petrolífero. Hoje, nas ruas de Caracas, já não se encontram vestígios da prosperidade de outros tempos, a criminalidade e a fome tomaram conta do dia a dia. Reportagem num país dividido e onde não falta quem negue a realidade. Vista do ar, a Venezuela é um país especial. As serras de florestação tropical desaguam nas praias de areia branca e água azul das Caraíbas. Lá em baixo, veem-se os veraneantes, as pequenas vilas costeiras, os portos onde chegam os contentores e, finalmente, a faixa cinzenta do aeroporto internacional de Caracas. Já com os pés bem assentes na terra, a realidade é outra. Madalena Garcia, a minha passageira vizinha, questiona-se, junto a outro venezuelano, se a alfândega vai deixar passar a sua mala. Traz fraldas, medicamentos, champô e até comida. Saiu da Venezuela em 2015 e é a primeira vez que volta. “Só de visita, voltar definitivamente é impossível”, confessa.

Maioria dos equipamentos dos hospitais está avariada, obsoleta e a precisar de substituição

A maioria dos equipamentos dos hospitais estão avariados ou obsoletos e a precisar de substituição. São precisos mais de mil milhões de euros para substituir os equipamentos dos hospitais do Serviço Nacional de Saúde, de acordo com um inventário, nunca divulgado, que o ex-ministro Adalberto Campos Fernandes mandou fazer e que a SIC dá agora a conhecer

quinta-feira, novembro 15, 2018

As propostas de João Jardim para evitar "Bolsonaros" e "Maduros" em Portugal

Intitula-se "Diz Não!", é um romance e nele o ex-presidente do Governo regional da Madeira misturou a história de várias famílias madeirenses com a política. A história é ficcional mas Alberto João Jardim apresenta nela as suas propostas para evitar que apareçam "Bolsonaros e Maduros" em Portugal.

TAP anuncia compra de dois Airbus para reforçar ligações entre Lisboa e Porto

A TAP assumiu que tem prestado um mau serviço na ponte aérea entre Lisboa e Porto. Por essa razão, a companhia aérea conta perder este ano mais de 40 milhões de euros em indemnizações aos passageiros. O presidente da TAP anunciou a compra de dois aviões para reforçar esta rota a partir de janeiro.

Atrasos na TAP este ano custaram mais 40 milhões de euros

Os atrasos na TAP este ano já custaram mais 40 milhões de euros do que em 2017, segundo avançou esta quinta-feira o presidente executivo da companhia, Antonoaldo Neves, em Vila Nova de Gaia. O gestor, que falou à margem de uma conferência sobre turismo da saudade, organizada pelo Jornal de Notícias e pela Câmara de Gaia, disse que este valor é "muito penalizante", não só para quem viaja, mas também para a empresa, dadas "as compensações" que é obrigada a pagar. "Os 40 milhões foram deitados fora, foram perdidos", lamentou o líder da companhia aérea, salientando que o principal investimento do grupo neste momento é a formação e melhoria dos aviões. "Os atrasos fazem parte dos desafios, não podemos deixar de voar por isso", referiu Antonoaldo Neves. O gestor garantiu ainda que a ponte aérea Lisboa-Porto está a funcionar com mais eficiência, tendo em conta uma melhor rotação de aviões e aeronaves mais modernas. O presidente executivo da TAP salientou também que o volume de voos no Porto "é maior do que sempre foi". O líder da empresa acredita que os preços que a TAP pratica são "competitivos", porque o serviço é "muito melhor" (Lusa)

quarta-feira, novembro 14, 2018

Opinião: o "calcanhar de Aquiles" da justiça é uma estratégia comunicacional inexistente

Os recentes casos judiciais, mediaticamente mais ampliados - morte do triatleta, assassinato de uma senhora no Montijo,  atribuído à filha adoptiva e o caso Bruno Carvalho - vieram demonstrar que a justiça continua a cometer erros clamorosos em termos de comunicação institucional fora das fronteiras do seu mundo.
O problema, se me permitem, é que essa comunicação com a opinião pública não é uma benesse da justiça mas um dever ético de uma instituição que não pode andar sistemática e regularmente envolta em dúvidas sobre o funcionamento de determinados mecanismos internos.
Podia enumerar as frequentes e deliberadas fugas de informações, nalguns casos logo na fase primária dos processos de investigação, o papel destruidor de fontes de manipulação e de mentira com acesso fácil aos média, de relações privilegiadas com alguns meios de comunicação social (ou jornalistas), gerando muitas vezes uma complexa teia de contradições, de notícias falseadas – as tais “fake news” - que depois são parcialmente desmentidas mas que entretanto causaram estragos a pessoas ou instituições, os factos “noticiados” de forma especulativa e distorcida, que depois não se provam ser verídicos, pondo em causa a honorabilidade de pessoas ou instituições e, pior do que isso, pondo em causa esse direito constitucional reconhecido a qualquer cidadão a braços com problemas na justiça – a presunção da sua inocência até prova em contrário, etc.

Banca: Bandidagem impune


Eu continuo na mesma: estes bandidos todos que enganaram e roubaram pessoas deliberadamente, que na realidade se comportaram como uma corja de ladrões de colarinho branco e que exibiam depois sinais exteriores de riqueza que resultaram de repetida e vergonhosa roubalheira e manipulação corrupta, deviam estar todos presos a aguardar julgamento. Brincar com a vida de pessoas, brincar com a poupança de pessoas - mesmo que estas tenham cometido erros de ganancia ao aceitarem ser parte de manobras financeiras que a troco de promessas de alta rentabilidade escondiam um universo de aldrabices, gamanço e corrupção - e ver que os mentores e protagonistas de todas essas patifarias continuam soltos como se nada tivessem feito, é humilhante para o nosso pais e para a sua justiça (LFM)

Protagonistas da informação em outubro de 2018

Em outubro de 2018, o Primeiro-ministro, António Costa, liderou em termos de exposição mediática, ao protagonizar 213 notícias com 9 horas e 59 minutos de duração durante o mês. Note-se que esta análise exclui eventuais programas, debates ou entrevistas realizadas no período e que na contabilização do tempo se considera o tempo total de duração da notícia. O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, baixou para a segunda posição, ao intervir na primeira pessoa em 158 notícias, com 6 horas e 45 minutos de duração. Rui Rio, líder do PSD, manteve-se na terceira posição, tendo estado perante os ecrãs por 3 horas e 40 minutos de duração, repartidos por 91 notícias. Catarina Martins manteve-se em quarto lugar, intervindo diretamente em 80 notícias de 3 horas e 33 minutos de duração. O ministro das Finanças e líder do Eurogrupo, Mário Centeno, foi quinto, com intervenção direta em 53 notícias de 2 horas e 41 minutos de duração.

TAP: três anos depois da privatização continuam problemas

Faz três anos que a TAP foi privatizada e depois objeto de recompra por parte do Estado português. Desde essa altura, muito mudou na TAP. A companhia voltou aos lucros, abriu mais rotas, adquiriu mais aviões, transportou mais passageiros. Mesmo assim há problemas, apontados pelo Tribunal de Contas e há também os atrasos constantes nos voos que levam a uma perda de milhões de euros por ano

A TAP e os erros de análise com as ilhas

A TAP comete um erro quando gere a linha da Madeira, em termos comerciais e de fixação de tarifas, da mesma forma que gere comercialmente outras linhas de médio curso na Europa, Madrid, Barcelona, Paris por exemplo, com aproximadamente a mesma durabilidade de voo, praticando neste caso tarifas que são, 5, 6 ou 7 vezes inferiores às praticadas na Madeira e nos Açores.
A TAP esquece-se - mas como o presidente é estrangeiro até admitimos que ele deva receber lições sobre coesão territorial nacional, e obrigações de serviço público que no Brasil podem não existir mas aqui sim - que a Madeira e os Açores são parcelas integrantes de Portugal, apesar da distância e da insularidade das mesmas. Esquece-se que não pode colocar num mesmo patamar de análise, em todos os parâmetros considerados, voos entre Lisboa e Porto ou Faro, porque enquanto nestas cidades continentais as pessoas se quizeresm podem ir de carro, de comboio ou a pé, no caso das ilhas a alternativa - não havendo um barco rápido e cómodo - é ir a nado. É isto que a TAP e o seu presidente estrangeiro se esquecem e é isto que os administradores, executivos ou não executivos (continuo em saber para que servem e porque existem), precisam de ter presente quando abordam a problemática das ligações entre o Continente e as ilhas. Para não falar do turismo nacional e do seu impacto na Madeira e nos Açores e nos preços exorbitante que são praticados se um passageiro viajar fora dos pacotes que as agências de viagens comercializam ou das promoções que a própria TAP divulga ao longo do ano. Se o brasileiro do TAP e sua corte "versalhiana" entenderem isto, se perceberem de uma vez por todas que a insularidade é uma realidade diferente e cheia de constrangimentos, provavelmente muitos dos problemas serão superados. Enquanto isso não acontecer, certas manobras - como aconteceu esta semana com passagens da TAP, Funchal-Lisboa-Funchal, a preços razoáveis mas para serem realizadas (discricionária e discriminadamente) apenas nos primeiros ou nos últimos voos do dia em Dezembro, não passam de manobras divertidas para tentar atenuar os efeitos negativos de audições parlamentares que se revelaram desastrosas e que deveriam ter sido melhor preparadas.

terça-feira, novembro 13, 2018

Eleições: a propósito do peso do Funchal na perfomance eleitoral dos partidos e outras ideias...

Quando refiro o facto de que o Funchal tem um peso diferente, no global da performance eleitoral dos diferentes partidos na Região, faço-o sustentado na realidade imperial que são os resultados eleitorais e na estabilidade repetitiva de votações que atestam o que se afirma.
Repito, o Funchal deixou cada vez mais de ser decisivo para alguns partidos políticos, enquanto para outros, nomeadamente alguns de menor dimensão, tem um peso que é determinante para os resultantes conseguidos.
Quer isto dizer que qualquer estratégia eleitoral, em termos de preparação da campanha eleitoral por parte dos diferentes partidos, deve ter presente também a realidade eleitoral histórica em cada concelho. Por exemplo, um concelho onde o eleitorado maioritariamente vota centro-esquerda dificilmente um discurso mais ousado à direita terá sucesso. O mesmo acontece ao contrário, em concelhos onde claramente o centro-direita predomina nas opções eleitorais dos cidadãos, qualquer discurso mais virado à esquerda estará condenado a nenhum outro desfecho quer não o fracasso.

Madeira: curiosidades eleitorais (regionais) com a devida antecedência....

Lembremos então - porque o pior que pode acontecer em politica é a falta de memória ou o erro de desvalorizar sistematicamente o que nos deve servir de lição – a realidade eleitoral regional desde 2024 e quando estamos em vias de entrar na última sessão Legislativa da presente Legislatura regional, tempo mais do que suficiente para que os partidos reflictam com muita seriedade e assumam as decisões que tiverem que ser tomadas em termos de reaproximação aos eleitores e de definição daqueles que são os itens essenciais de um candidato a uma eleição parlamentar que nada tem a ver com eleições autárquicas.
Acresce que para o PSD-M a realidade política interna, pós directas de 2014, não se coloca em 2019, quando a realidade eleitoral do partido é aquela que as eleições de 2015 e 2017 reflectem. Acho mesmo que no caso do PSD-M o congresso de final deste ano tem que ser decisivo para a consolidação de mudanças e para percebermos o que vai ser feito no futuro, para entendermos que os social-democratas não podem prescindir de candidatar os melhores nas suas fileiras, abandonado algumas posturas e atitudes persecutórias (regra geral a nível local, nas freguesias e nos concelhos) que desde 2015 têm vindo a alimentar uma certa conflitualidade surda e de bastidores, que tem gerado o afastamento, forçado ou por decisão própria, de militantes que são uma reconhecida mais-valia e que se colocaram (ou foram colocados) à margem do quotidiano partidário, muitos deles magoados com a forma com foram tratados.

Pois é. É caso para perguntar: e?

fonte: CM

TAP: afinal e ou não verdade?

fonte: DN-Madeira

segunda-feira, novembro 12, 2018

Educação e o estudo do TdC: a estranha ausência de um debate (ou interpelação) parlamentar...

Gostaria que a conferência sobre o futuro da educação na Madeira – acharia absurdo que perdessem tempo a falar do passado quando neste momento o mais importante é perceber e antecipar o futuro – que esta semana terá lugar no Funchal me ajudasse a encontrar uma explicação para o facto dos partidos no parlamento regional, sobretudo os da oposição - sempre céleres a pedir debates e a tomar iniciativas regimentais sobre qualquer tema que aparece nos jornais ou nos noticiários das rádios e televisão - na perspectiva de que isso lhes propicie espaço mediático e alguns votinhos, tenham ignorado o “Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação” realizado pelo Tribunal de Contas.
Não creio que o facto das conclusões do estudo não terem agradado aos sindicatos e que os partidos da oposição, pelo menos alguns deles, terem uma forte presença docente entre os seus deputados, sejam motivos, conjugados ambos, mais do que suficientes para que - e posso estar a cometer um erro por desconhecimento, o que seria estranho por todos divulgam tudo o que fazem ou dizem… - nenhum debate parlamentar tenha sido requerido sobre este tema da educação, com a presença do titular governativo pela área da educação.

Tal como recuso aceitar, por seria desonesto, que o Tribunal de Contas, mais do que desvalorizado na sua competência e na sua liberdade de realizar os estudos que entender por úteis, passe de uma entidade respeitável e competente, na qual todos falam com regularidade, para uma instituição diabolizada só porque as conclusões do estudo e a constatação de evidências que têm sido ocultadas deliberadamente pelos protagonistas do sector, não lhes tenha agradado. Cheguei a ouvir um douto sindicato local assegurar, à falta de argumentos consistentes e sérios, que o estudo do Tribunal de Contas tinha sido uma espécie de encomenda, um frete ao Governo Regional.

Educação: uma conferência que atira o estudo do TdC para debaixo do tapete?

Fiquei a saber pela imprensas que se realiza esta semana no Funchal uma conferência de imprensa sobre a educação, numa perspectiva de futuro.
Não creio, muito sinceramente, que qualquer conferência, esta incluída, sobretudo se virada para uma análise ao futuro da educação na Madeira, nas suas múltiplas componentes, ignore o estudo realizado pelo Tribunal de Contas e intitulado “Estudo sobre os impactos da evolução demográfica da população residente na RAM na área da educação”
Seria irresponsável, sectário, estranho (ou talvez não…) e lamentável que para satisfazer determinados interesses e ceder a pressões provenientes de determinadas estruturas às quais este estudo não caiu bem, nem foi ainda digerido, que o mesmo fosse ignorado e que entre todos os contributos, certamente que válidos, que possam ser dados para o sucesso e utilidade da conferência, este documento fosse posto à margem do debate em vez de escalpelizado de forma minuciosa.
Lembro que o Tribunal de Contas – no seu excelente e actual estudo sobre o sector educacional na RAM – realizou um trabalho com base na informação produzida pelo Instituto Nacional de Estatística sobre a Região Autónoma da Madeira estúdio esse que perspectiva os impactos da evolução demográfica sobre o sistema regional de educação e em que medida a administração pública regional avalia e antecipa essa evolução.

O que concluíu o TdC?
  • No cenário central (tido como o mais provável), a Região perderá população ao longo de todo o período de projeção cerca de um terço dos seus habitantes, passando de uma população de 254,9 mil residentes, em 2016, para 165,7 mil, em 2080, sobressaindo, a par de uma expressiva queda da população em idade ativa, a redução da população jovem, e um significativo aumento da população idosa;
  • Nesse cenário, a população em idade escolar (43,4 milhares, em 2018) sofrerá uma significativa queda ao longo de quase todo o período da projeção, atingindo o seu ponto mínimo em 2064, com apenas 22,3 mil indivíduos. O período mais critico, decorrerá até 2030, com as taxas de decréscimo a oscilar entre 3,3% e 1,1%, ao ano, resultando, em termos absolutos, numa diminuição média anual superior a mil indivíduos até 2029;
  • O volume da redução do número de alunos, e em especial a reduzida dimensão da população estudantil total em alguns concelhos, levam a antever que em muitos casos estará em causa a viabilidade de alguns estabelecimentos de ensino por falta de alunos suficientes para garantir a sua dimensão critica. Em certas situações poderá também estar em causa a viabilidade da oferta de alguns ciclos educativos com a mesma malha geográfica atualmente existente, mormente no que se refere ao ensino secundário;
  • Ao contrário do previsto para o pessoal não docente, a comparação da estimativa de evolução do atual quadro de docentes com a estimativa para as necessidades futuras, assumindo que os rácios de alunos por professor se mantêm estáveis, leva a concluir que durante toda a década de vinte existirá um considerável excedente face às necessidades do sistema educativo (cerca de 1400 docentes no ensino público e 200 no ensino privado);
  • O desafio que se coloca em cada decisão de reajustamento dos recursos do sistema de ensino, é o de encontrar-se o ponto de equilíbrio entre os critérios de natureza pedagógica, de carácter social, e de racionalidade económica. O risco existente é o de não se atuar de forma proactiva, não tomando as decisões necessárias em devido tempo, levando ao aumento de ineficiências que, face à evolução expectável, tenderão a surgir naturalmente no sistema”.

Vamos a factos – digo eu:
- é ou não verdade que apesar da significativa queda demográfica que afectou de forma inesperada a população escolar da RAM, sobretudo no ensino básico, o número de docentes não conheceu qualquer redução equivalente?
- é ou não verdade que hoje há escolas com salas a funcionar com 5 ou 6 alunos no ensino básico, embora algumas delas tenham sido encerradas e os alunos transferidos para outras escolas próximas, processos que nem sempre foram os mais racionais?
- qual o rácio alunos/ professores nos ensinos básico e secundário hoje em dia e há 5, 6 e 7 anos?
- foram discutidas ou pelo menos pensadas, eventuais medidas destinadas, por exemplo de contenção da formação universitária de futuros docentes, tendo em consideração que as reformas antecipadas sofreram uma queda entre os docentes, e bem, e considerando os dados apurados pelo Tribunal de Contas que estranhamente estão a ser “esquecidos”?

- quantos alunos e professores tem a Madeira hoje, no ensino básico e secundário, e quantos alunos e professores tinha a RAM, todos os anos desde 2010 até hoje?

Afinal não é problema nenhum: ERC apenas registou uma queixa por 'fake news' e foi arquivada

A Entidade Reguladora para a Comunicação Social (ERC) apenas registou, "até à data", uma queixa sobre as chamadas 'fake news' e foi arquivada por se tratar de "considerações gerais", informou a ERC. Questionada pela Lusa, a ERC informou que, "até à data, a entidade apenas registou a entrada de uma participação especificamente sobre o fenómeno das 'fake news'" e que, por abordar "considerações gerais, sem concretizar", foi "decidido proceder-se ao seu arquivamento. A Assembleia da República pediu à Entidade Reguladora para a Comunicação Social para que elabore "um documento com o seu pensamento estratégico sobre essa matéria, a remeter ao parlamento" para, eventualmente, os deputados tomarem iniciativas legislativas.