Terça-feira, Junho 30, 2009
Porto: sondagem já coloca Rio nas nuvens
Etiquetas: Rui Rio
As fotos do último ensaio de Michael Jackson
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Açores: César quer acabar com polémica com professores
Segundo o Açoriano Oriental, num texto da jornalista Paula Gouveia, "Lina Mendes diz que o Governo não é um secretário apenas e que não se sente desautorizada. Mas todos os partidos da oposição não partilham da sua opinião e afirmam que a secretária regional da Educação sai fragilizada do processo de avaliação dos professores. O assunto encerrado pela secretária regional da Educação foi reaberto pelo presidente do Governo Regional. Contrariando a decisão reiterada por Lina Mendes, primeiro durante as negociações com os sindicatos de professores, depois em plenário, Carlos César pondera retirar da grelha de avaliação as faltas dos docentes equiparadas a serviço efectivo, tal como já previsto no Estatuto da Carreira Docente, aprovado em Fevereiro deste ano.Quarta-feira, o assunto vai estar em análise na reunião do Conselho do Governo, na Graciosa. Tal como noticiou o Açoriano Oriental na edição de ontem, o presidente do Governo Regional quer pôr um ponto final na polémica que começou com os sindicatos a admitirem recorrer ao tribunal e se arrastou em plenário, com a oposição a criticar a contradição entre o aprovado no Estatuto e a grelha de avaliação proposta.Perante a intervenção de Carlos César, todos os partidos da oposição com representação parlamentar não têm dúvidas: a secretária regional sai fragilizada do processo de decisão sobre a avaliação docente.Confrontada com a questão, Lina Mendes afirma que não se sente desautorizada, pois “o Governo não é um secretário”, mas sim um conjunto de pessoas que têm de trabalhar em conjunto". Se abrir esta página pode ler a notícia na totalidade e ter acesso a registos audio sobre esta polémica que parece ter colocado Carlos César (irritado) contra a sua Secretária de Educação... Porque, tal como foi noticiado antes pelo mesmo jornal, "César pondera 'tirar' faltas da avaliação dos professores". Leia aqui esta notícia. São as "pazes nos paraísos"...Etiquetas: Açores
Opinião: "Portugal precisa de jactos executivos para transporte de governantes?"
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Açores: Governo prescinde de controlo ambiental sobre investimentos nos portos..
Garante o Diário dos Açores, num texto do jornalista Manuel Moniz, que "a Secretaria Regional do Ambiente e Mar decidiu esta semana isentar de estudos ambientais os investimentos respeitantes aos portos de pesca, locais de desembarque e abrigos, como era exigido pelo programa PROPESCAS.A “demonstração do cumprimento das disposições legais em matéria de ambiente” era uma regra do Fundo Europeu das Pescas, transposta para a Região através dos critérios de selecção aprovados pela Unidade de Gestão (Portaria n.º 73/2008, de 25 de Agosto).E apesar de se terem passado apenas alguns meses desde a criação dessa Portaria, a Secretaria do Ambiente, num despacho publicado na passada quarta-feira, afirma que “determinada tipologia de projectos não é susceptível, pela sua natureza, de produzir impactes negativos no ambiente das áreas a serem alvo de intervenção”, e que “nesses casos, a necessidade de demonstrar o cumprimento das disposições legais em matéria de ambiente apenas tem como efeito diminuir a celeridade de um procedimento administrativo que se pretende racional e eficaz”.Esses “casos” são bastante abrangentes e o novo despacho considera “em conformidade ambiental, não sendo necessária a demonstração do cumprimento das disposições legais em matéria de ambiente”, projectos apresentados para investimento numa série de áreas:A construção de cais, enrocamentos, elementos pré-fabricados de protecção e molhes de protecção de comprimento inferior a 100 metros é um exemplo. Assim como a construção de casas do guincho, casas ou armazéns de aprestos, docas para pórticos de varagem, instalações sanitárias (desde que dotadas de fossas sépticas), muros de protecção e pavimentos em zonas portuárias ou em estradas de acesso ao porto, oficinas de reparação naval, postos de recolha de pescado, postos de transformação e respectivos ramais, telheiros em zonas portuárias e zonas adjacentes aos portos, armazéns de grossistas em zonas portuárias e reparação e pavimentação de rampas de varagem e a pavimentação de terraplenos e de estradas em zonas portuárias e de acesso aos portos". Exemplar". O Governo dos Açores já negou. Vamos a ver os próximos episódios! E a escumalha doente, esquizofrénica e traiçoeira que por aí anda, ainda diz que "aquilo" é exemplo...Etiquetas: Açores
Açores: as conclusões do TC (2007)
Da análise aos diferentes domínios que integram o âmbito do Parecer, destacam-se as seguintes conclusões: 2. Continua a verificar-se a contabilização de Receita sem o correspondente registo de Tesouraria, como se prevê no n.º 2 do artigo 2.º do Decreto Legislativo Regional n.º 33/2004/A, de 25 de Agosto (€ 875,7 milhões - 90,3% da Receita). Em 2006, representava 97,3%;
3. A fracção de Receita confirmada por outras Entidades, € 916,6 milhões (98,2%), é ligeiramente superior ao verificado no ano anterior (97,8%);
4. A contabilização na CRAA dos acertos financeiros, recebidos a 15 de Janeiro de 2008, não seguiu um critério uniforme, tendo-se considerado como Receita de 2007 o valor de € 32,3 milhões (praticamente todos os acertos positivos) e não a totalidade, incluindo os de sinal negativo (€ 4,6 milhões);
5. A Receita Total atingiu € 1 217,1 milhões (mais 2,7% - € 32,2 milhões do que em 2006), com uma execução de 97% (100,5% em 2006). Sem as Operações extra-orçamentais, totalizou € 969,3 milhões (mais 4,6% - € 42,2 milhões do que em 2006), com uma realização de 97,7% (100,4% em 2006);
6. A Receita compreende a componente Fiscal (48,7% - € 471,8 milhões), Transferências (39,7% - € 384,2 milhões) e Outras Receitas (11,6% - € 113,3 milhões), sendo as TOE e o IVA responsáveis por 53,5% (€ 518,6 milhões);
7. As TOE, € 355,7 milhões (mais € 137,6 milhões do que em 2006), resultam da aplicação da nova LFRA e integram cerca de € 112,8 milhões a título de compensação do IVA e € 14,9 milhões da primeira parcela da regularização da dívida do Estado, resultante da aplicação da anterior LFRA;
8. As Transferências da UE (executados 38,1%) e Outras Receitas Correntes (executados 12,2%) foram sobreavaliadas em sede orçamental;
9. A Receita Própria, € 492,7 milhões (50,8% do total), provém, maioritariamente, da arrecadação de impostos (95,8%) e atingiu uma execução de 97,6%. Aquele valor foi inferior ao de 2006 em quase € 130 milhões devido, fundamentalmente, à diminuição do IVA contabilizado, decorrente da aplicação da nova LFRA;
10. A Despesa atingiu os € 1 212,4 milhões (mais 5,2% - € 60,2 milhões do que em 2006) e teve uma execução orçamental de 96,6% (em 2006 foi de 97,8%). Sem as Operações extra-orçamentais, aquele valor fica nos € 963,7 milhões (mais 8,1% - € 72,5 milhões do que em 2006) e uma taxa de execução de 97,2% (em 2006 foi de 96,5%). O acréscimo ficou a dever-se, em particular, ao Plano de Investimentos;
11. As Despesas de Funcionamento totalizaram € 545,2 milhões (56,6% do total e mais 1,9% - € 10 milhões do que em 2006), sendo € 270,2 milhões em Pessoal (mais 1,5% do que em 2006), € 235 milhões em Transferências (mais 2,2% do que em 2006), € 17,7 milhões em Aquisição de Bens e Serviços (menos 2,5% do que em 2006) e € 22,3 milhões em Outras (mais 6,7% do que em 2006);
12. Os subsídios e outros apoios financeiros totalizaram € 201,4 milhões (mais 48% - € 65,6 milhões do que em 2006), sendo os principais beneficiários o SPER e Instituições sem fins lucrativos. A CRAA não desenvolve uma análise sobre o âmbito, forma, objectivos e enquadramento legal da aplicação dos recursos públicos, nem tão-pouco dos resultados alcançados. As recentes melhorias, não impedem, contudo, a persistência de incorrecções quanto ao enquadramento legal;
13. Continua a verificar-se a múltipla intervenção de Departamentos Governamentais em determinadas áreas de actividade, embora em menor número, situação que pode originar discrepâncias de critérios e eventual sobreposição de apoios;
14. Continua a verificar-se a atribuição de apoios sem enquadramento legal, embora se registe um decréscimo (menos 9% - € 4,2 milhões do que em 2006), o que vai de encontro às sucessivas recomendações deste Tribunal, formuladas em anteriores Pareceres;
15. O Plano Regional previa um Investimento Público de € 620,1 milhões, sendo € 377,7 milhões (61%) afectos aos Departamentos Governamentais (Capítulo 40), cabendo os restantes € 242,4 milhões (39%) a ― Outras Entidades - Outras Fontes (não identificadas);
16. O PRA e o ORAA não são elaborados numa perspectiva plurianual, não justificam as divergências entre os valores do Mapa I e do Mapa IX do ORAA, nem as Intervenções e os Fundos Comunitários que integram as fontes de financiamento;
17. O Plano, apenas Capítulo 40 (€ 361,9 milhões), apresenta uma execução financeira de 95,8%, e foi financiado por fundos nacionais (€ 242,8 milhões – 67%), regionais (€ 90,4 milhões – 25%) e comunitários (€ 28,7 milhões – 8%);
18. O Relatório Anual de Execução e Avaliação Material e Financeira do Plano, para além de não ser apresentado nos termos estabelecidos no Sistema Regional de Planeamento, também não integra a totalidade do Investimento Público, aprovado pela Assembleia Legislativa, no montante de € 620,1 milhões. Aquele documento, apenas incide sobre a parcela anual do despendido pelos Departamentos Governamentais da Administração Regional, nada referindo sobre a execução afecta a ― outras entidades – outras fontes;
19. Segundo a Classificação Económica, consideram-se como Transferências e Subsídios para outras entidades, públicas e privadas, 63,5% – € 229,9 milhões. A avaliação dos resultados da aplicação daquelas transferências permanece omissa. À responsabilidade directa dos Departamentos Governamentais da Administração Regional, ficaram os restantes 36,5% – € 131,7 milhões. Nestas Despesas, evidencia-se o pagamento de Pessoal com € 3,3 milhões;
20. O PRA e o Relatório Anual de Execução não apresentam a dotação orçamental por ilha, dos investimentos do Plano e dos Outros Fundos;
23. O endividamento líquido, apurado nos termos no n.º 3 do artigo 125.º da Lei do OE, diminuiu € 43 221 751,73, devido, em grande parte, à transformação dos três Hospitais em EPE;
25. A SAUDAÇOR, S.A., com € 194,2 milhões (55,2%) e a SPRHI, S.A., com € 125,1 milhões (35,5%), são credoras, no conjunto, por 90,7% do total dos compromissos assumidos;
27. O Factoring, da responsabilidade exclusiva dos Serviços de Saúde, é constituído por dívidas às farmácias (€ 204,7 mil). A redução de € 95,1 milhões, face a 2006, ficou a dever-se à alteração do regime jurídico dos Hospitais;
28. A responsabilidade por avales totalizava € 418,4 milhões, menos € 4,1 milhões do que em 2006. Foram concedidos dois avales, num total de € 31,5 milhões, respeitando-se o limite de € 90 milhões, estabelecido no ORAA. No entanto, continua a não existir uma regra que defina o limite máximo acumulado de avales a conceder;
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Açores: leiam esta história de mentira e manipulação sobre as provas de aferição
10 anos para o Topo...
E depois, uma preciosidade: a Secretária Regional da Educação afirma que “se conseguíssemos evoluir a este ritmo, provavelmente daqui a dez anos estaríamos no topo”. Esqueça-se a forma verbal, que linguisticamente parece comprovar que nem ela própria acredita nisso. O problema é que a sua afirmação tem muito pouco de realista: na verdade, os resultados não melhoraram em relação à PASE de 2008 em todas as disciplinas (na Língua Portuguesa são mesmo piores) e o pouco que subiram em Matemática dificilmente nos colocariam no “topo” em 2019. Talvez 20 anos fosse mais realista, mesmo sem considerar a curiosa abordagem governamental, que tende a esquecer o real problema: os jovens que continuam a não conseguir atingir médias positivas e o facto de que mais 10 anos a este ritmo significaria um atraso incomensurável do arquipélago em termos educativos.
Os números reais...
Os números o que dizem é que o desastre continua – e até piorou. No 4º Ano, aumentou-se de 60,22% de média global em Língua Portuguesa para 61% (mais 8 décimas), e em Matemática de 52% para 54% (2 pontos percentuais). No 6º Ano, baixou-se de 57,5% em Língua Portuguesa para 55% (menos 2,5 pontos percentuais), e em Matemática aumentou-se de 41,6% para 44% (2,4 pontos). E no 9º Ano, baixou-se na Língua Portuguesa de 59,3% para 54% (menos 5,3 pontos) e aumentou-se em Matemática de 31,2% para 33% (mais 1,8 pontos). Fazendo a contabilidade, na realidade não houve qualquer subida, mas antes uma descida de 0,87 pontos, quando se soma as diferenças na Língua Portuguesa e na Matemática.
E ainda há pior...
De onde virá a felicidade da Secretária da Educação? É difícil perceber, tanto mais que estes nem são os piores dados. Há pior. Numa estratégia curiosa, os piores alunos são retirados a estes “dados oficiais” – que são os do “ensino regular” – havendo uma segunda categoria chamada de “Casos Particulares”. E não são poucos: em média, cerca de 20% dos alunos regulares.Ora, nesta categoria “particular”, os resultados são ainda piores. No 6º Ano, a média global em Língua Portuguesa foi de 31,44%, e em Matemática foi de 20,09%. No 9º Ano, foi de 34,8% na Língua Portuguesa e de 8,9% em Matemática. Para se ter uma ideia mais precisa: 98% de negativas em Matemática no 9º Ano e 92% no 6º… Dá que pensar!Aliás, a este nível nem é uma questão apenas de más notas: o número dos alunos que faltaram poderia piorar ainda mais os resultados: no 6º Ano, em média cerca de 30% dos alunos faltaram à prova (e não deve ter sido por saberem muito da matéria), enquanto que no 9º Ano a média baixou para os 25%...Terá a Secretária da Educação mentido propositadamente ou apenas cometido um equívoco involuntário? A sua reacção a esta notícia – a existir – di-lo-á.
“Negas” com fartura
Mesmo em relação aos alunos do ensino “regular” as notas de felicidade não são muitas – ou não deveriam ser. O que é que se pode pensar quando, já depois de retirados os piores, quase 30% dos alunos do 4º ano têm negativa em Língua Portuguesa e 44,6% chumbam em Matemática?No 6º Ano, quase 33% tiveram nega em Língua Portuguesa e 67% em Matemática – uma maioria absoluta muito pouco reconfortante... E no 9º Ano, 22,8% tiveram nega em Língua Portuguesa e um recorde de 78,8% chumbaram em Matemática. Ainda “bem” que nenhumas destas notas servem para passar ou reprovar os alunos – no fundo é tudo a brincar, apenas para “aferir da qualidade do ensino”, como referem os documentos que lançaram estas provas.No entanto, o facto é que todos estes jovens (os regulares como os particulares) passarão de ano, mesmo que mais de 80% não perceba patavina de números, nem que se consiga perceber qual é a estratégia governamental para fazer face a esta espécie de praga que tende a não abandonar os jovens açorianos.A Secretária – e por conseguinte o Governo – está satisfeita. Talvez não tanto por saber que 80% dos alunos que vão obrigatoriamente ingressar no 10º Ano de Escolaridade pouco sabem de contas, fórmulas ou números, mas talvez por imaginar que inventou uma nova fórmula para protelar o juízo que se irá fazer sobre o seu trabalho em prol da Educação (10 anos, ao que parece).Mas a este nível de decréscimo, onde é que se estaria daqui a 10 anos? A resposta real: um pouco mais abaixo!". E como remate final lá estão os anexos das Provas PASE 2008. E já agora, leiam também o texto intitulado "PASE: Médias nos Açores piores em 30% que as nacionais" acompanhado do respectivo ranking como anexo. Desconfio que não tarda muito e a PT do espertalhão Bawa vai aos Açores comprar este jornal...
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São Bento: deputados não se entendem com relatório sobre BPN
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Açores: Dívida Pública e outras Responsabilidades
"As responsabilidades da Região, decorrentes da concessão Avales, fixaram-se em € 418,4 milhões, menos € 4,1 milhões do que em 2006. A dívida bancária e os compromissos assumidos (€ 626,7 milhões) correspondem a 18,7% do PIB, a preços de mercado (€ 3.343 milhões - dados preliminares da SREA). Solicitado ao SREA, o cálculo da estimativa ―… da dívida pública das administrações públicas regionais para os anos anteriores e corrente, de acordo com a metodologia do SEC 95 e do Manual do Défice e da Dívida aprovado pelo Eurostat”, o Tribunal foi informado não ter sido possível obter “… instrumentos financeiros desagregados para 2007…”. A dívida da Administração Pública Regional estimada pelo SREA teve como fonte a DROT – € 274,9 milhões, valor que coincide, apenas, com a dívida bancária.Tendo por base os dados constantes na CRAA, os recolhidos junto da DROT e demais fontes intervenientes no processo, determinou-se que o endividamento líquido passou de € 656,2 milhões, em 2006, para € 613,0 milhões, em 2007, respeitando-se o limite definido no OE e no ORAA. Importa referir que, em 2006, se considerou o Sistema Regional de Saúde compreendendo os Centros de Saúde e os Hospitais ainda integrados na Administração Pública Indirecta. Em 2007, com a transformação dos três Hospitais em EPE, deixaram de ser considerados. A dívida bancária, da inteira responsabilidade da Administração Directa, totalizava € 274 863 674,05, com uma ligeira diminuição de € 87.474,00 (0,03%), relativamente a 2006.
A RAA procedeu à liquidação do empréstimo de € 56 587 474,00, contraído em 2002, junto do Dexia – Project & Public Finance, na sua maturidade (1 de Dezembro de 2007), e à contracção de novo empréstimo (3 de Dezembro de 2007) de € 56 500 000,00, junto do mesmo banco. Os juros e outros encargos rondaram os € 11,7 milhões. De acordo com a LFRA, as despesas com o Serviço de Dívida total não podem exceder 25% das Receitas Correntes do ano anterior, deduzidas das Transferências e comparticipações do Estado para a RAA.
O serviço de Dívida, para efeitos de cálculo daquele limite, incorpora as amortizações anuais e os juros, não considerando o montante das amortizações extraordinárias. Considerando que 25% das Receitas Correntes de 2006, sem as TOE, totalizam € 152.187 005,26, o serviço da dívida (€ 68 313 698,12) enquadra-se no referido limite. Os compromissos assumidos, no final de 2007, totalizavam € 351,8 milhões (menos 20,1% do que em 2006). O decréscimo verificado (€ 88,7 milhões) resulta, essencialmente, do facto dos Hospitais, transformados em EPE’s, em 2007, deixarem de integrar as responsabilidades da RAA e passarem para o SPER. Para apurar a situação dos compromissos assumidos pela RAA, o Tribunal recolheu a informação na CRAA, nas Contas de Gerência dos Serviços que prestam contas ao TC, nos Relatórios e Contas das Empresas pertencentes ao SPER, nos relatórios de auditorias realizadas pelo TC e outros elementos solicitados a diversas entidades. Em resultado da recolha efectuada, a análise incidiu sobre os compromissos assumidos pela Administração Regional ao Sector Público Empresarial Regional (€ 334,8 milhões), a Fornecedores e Credores Diversos (€ 16,8 milhões) e Factoring (€ 204,7 mil).
A SAUDAÇOR, S.A., com € 194,2 milhões (55,2%), e a SPRHI, S.A., com € 125,1 milhões (35,5%), são as principais credoras (90,7% dos compromissos). No conjunto dos encargos assumidos e não pagos, vencidos em finais de 2007 (€ 36,3 milhões), encontravam-se sem cabimento orçamental, € 4 485,87 na SREC (€ 7 219,76 em 2006) e € 462 703,02 no Centro de Saúde da Horta (€ 756.556,83 em nove Centros de Saúde). A 31 de Dezembro de 2007, a RAA era responsável por 20 avales, num total de € 418,4 milhões (menos € 4,1 milhões do que em 2006).
O ORAA estabeleceu, para 2007, o limite de € 90 milhões. A RAA concedeu um aval à SPRHI, S.A., no valor de € 26 milhões, e outro à APTG, S.A, de € 5,5 milhões, tendo-se respeitado o limite aprovado pela ALRAA. Apesar da ALRAA fixar, anualmente, um limite para a concessão de avales, não se encontra definido um critério objectivo que permita determinar aquele montante, nem uma regra que defina o limite máximo acumulado. Os principais beneficiários das garantias prestadas continuam a ser a SAUDAÇOR (39%), a EDA (30%) e a SPRHI (28%). As restantes empresas representam 4%. Pelo terceiro ano consecutivo, a comissão de aval, fixada em 0,1%, foi cobrada aos beneficiários, originando uma receita de € 416 720,93". (fonte: parecer do Tribunal de Contas, Conta da RAA de 2007)
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Açores_ Fluxos Financeiros entre o ORAA e o SPER
As transferências do SPER para o ORAA (€ 2 020 068,75) tiveram origem nos dividendos de 2006 da EDA, S.A. (€ 1 357 209,00) e da FTM, S.A. (€ 12 651,89); na alienação do capital da FTM, SA, (€ 559 037,00) e no pagamento da prestação da venda da Siturpico (€ 91 170,86). (fonte: parecer do Tribunal de Contas, Conta da RAA de 2007)
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Açores: fluxos financeiros com a União Europeia
Rubrica 06.09.01 – Transferências Correntes – Resto do Mundo – União Europeia – Instituições, comparticipação em despesas correntes inscritas no Plano de Investimentos – € 2 838,93
Os fluxos financeiros da União Europeia previstos transitar pela CRAA eram de € 188,9 milhões, tendo-se concretizado € 123,8 milhões (menos 6,6% - € 8,7 milhões do que em 2006), com uma execução de 65,5% (em 2006 foi de 94%), contabilizados do seguinte modo:
Rubrica 06.09.01 – Transferências Correntes – Resto do Mundo – União Europeia – Instituições, comparticipação em despesas correntes inscritas no Plano de Investimentos – € 2 838,93
Rubrica 17.04.02 – Operações Extra-Orçamentais – Contas de Ordem – Consignação de Receitas, valores resultantes da execução de projectos de investimento pela administração indirecta regional, administração local e por entidades privadas – € 95,25 milhões.
A componente comunitária orçamentada para financiar o Plano de Investimentos, € 75 milhões, teve uma execução de 38% – € 28,6 milhões (em 2006 foi de 93% - € 24,5 milhões), influenciando negativamente a execução daquelas transferências. Os critérios adoptados para o registo dos fluxos provenientes da execução dos projectos com comparticipação comunitária e nacional, não são uniformes, impossibilitando a CRAA de reflectir a totalidade daqueles montantes. Os pagamentos movimentados por Operações extra-orçamentais (€ 95,54 milhões) integram a totalidade do recebido em 2007 (€ 95,25 milhões) e parte do saldo transitado de 2006. Para 2008 transita, ainda, um saldo de € 116 040,15, referente às intervenções comunitárias do Fundo do Turismo – SIFIT, do ICEP – PROCOM e da Comparticipação Comunitária no Projecto Netur. Regista-se, positivamente, a referência, em 2007, ao saldo da conta do PEDRAA II (€ 610 252,26)34, não explicando, contudo, a utilização do diferencial (€ 557 642,24).
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Futebol: falhou compra da Roma
Li no El Pais que "las negociaciones para vender el club no han llegado a buen puerto y, ahora, la Roma se enfrenta a la posibilidad de que sus activos salgan a subasta, al menos así lo indican los medios italianos. Estaba previsto que un grupo de inversores suizos, encabezados por Vinicio Fioranelli, depositaran el martes como garantía 200 millones de euros (282 millones de dólares) en el banco de inversión Mediobanca, algo que nunca ocurrió. Los 200 millones era la cifra estipulada para hacerse con el 67 por ciento del club en manos de la familia Sensi, que, a través de la compañía petrolera Italpetroli, controla el club desde hace 16 años. La suma significaba dos terceras partes de la deuda que tienen los Sensi con el banco UniCredit, que ahora presiona para sacar el club a subasta, algo que sin embargo podría reportarle menos de 200 millones. Ahora mismo, la cotización de la Roma en bolsa ha bajado un 5,6 por ciento. En el pasado ya hubo negociaciones fracasadas por la compra del equipo capitalino, de la Serie A italiana. Se habló de la compañía petrolera rusa Nafta Moskva y del magnate estadounidense George Soros". Na foto a Presidente da Roma, Rosella Sensi, um dos mais conhecidos clubes de futebol italianos.Etiquetas: Futebol Itália
A geografia das Europeias
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Açores: TC adverte para Hospitais e SATA...
O que diz resumidamente o parecer do TC sobre a Conta dos Açores relativa a 2007? O jornalista do Açoriano Oriental, Pedro Nunes Lagarto, explica: "No documento entregue pelo presidente do Tribunal de Contas, Guilherme d’Oliveira Martins, ao presidente da Assembleia Legislativa Regional, Francisco Coelho, lê-se que “em apenas um ano de funcionamento e em consequência dos elevados resultados líquidos negativos registados, os três hospitais EPE apresentaram uma erosão muito significativa dos seus capitais próprios -Horta (-48%), Santo Espírito de Angra do Heroísmo (-62%) e Divino Espírito Santo de Ponta Delgada (-63%)”.As dificuldades dos três hospitais EPE levam o Tribunal de Contas a recomendar que aquelas unidades de saúde “deverão ser providas, anualmente, dos fundos necessários ao seu normal funcionamento, de modo a atenuar os prejuízos de exploração e consequente desequilíbrio financeiro”.Etiquetas: Açores
A colecionadora de maridos...
Escreve o jornalista do El Mundo, Eduardo Suárez, que "no se puede decir que Emily Horne tenga madera de mantis pero sí que es una depredadora de tomo y lomo. A sus esposos no los devora literalmente pero los abandona súbitamente y sin dar señales, empujada por un extraño afán de coleccionismo. Hasta aquí todo más o menos normal si no fuera porque Horne ni siquiera se toma la molestia de iniciar los trámites de divorcio, despedirse de los cuñados y los suegros, y recoger sus efectos personales. Ella prefiere despedirse a la francesa. Básicamente no despedirse. Una política que está a punto de acarrearle consecuencias penales después de que su quinto esposo la denunciara por bigamia y decidiera llevarla a los tribunales. Su caso ha desembocado en un juzgado de Manchester, que el lunes lo dejó visto para sentencia y muy probablemente la castigará a mediados de julio con una pena de cárcel. Ella alega un trastorno maníaco depresivo. Su historia es tan rocambolesca que parece una comedia de enredo. Se casó por primera vez el día que cumplió los 18 años con el soldado Paul Rigby. Un hombre con el que técnicamente sigue casada pero con el que no aguantó ni siquiera un año. Rigby fue destinado al extranjero y cuando volvió se encontró con que su esposa se había fugado sin explicarse. Para entonces, Horne ya estaba con Sean Cunningham, un empleado de banca con el que se desposó en Leeds en febrero de 1999 y al que enseguida dejó para irse a vivir con un amigo de la infancia: Simon Thorpe.Una advertencia que no le impidió dejar a su tercer esposo tres meses después de la boda y trabar relación con James Matthews, un guardarraíles al que conoció durante un viaje en tren. La pareja no tardó ni siquiera un mes en casarse y todo fue más o menos bien hasta que él descubrió que ella le había engañado. No sólo seguía casada con su tercer esposo. También lo estaba con los dos primeros. La denuncia llegó a manos de un juez y Horne pasó seis meses entre rejas tras un juicio que reveló cómo había burlado a las autoridades cambiando sus apellidos en los certificados para evitar que alguien la detectara. Aquello parecía el final de la escapada pero no lo fue. Horne retomó su carrera de actriz porno bajo el apodo sugerente de Amileannya Carmichael y no tardó en hallar una nueva víctima. Esta vez le tocó a Ashley Baker, un viajante de York que se enteró del turbulento pasado de su esposa en una conversación durante su luna de miel. "Me ha tratado como a un imbécil", se lamenta Ashley, "me dijo que nos casáramos porque tenía muchos problemas de salud. Llegó a decirme que tenía cáncer de pulmón. Nadie de su familia vino a la boda. Ahora ya sé por qué". Para que luego digan que las mujeres ya no quieren casarse".
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Real Madrid apresenta Káká com 45 mil nas bancadas!
Etiquetas: Káká, Real Madrid
Agências bancárias de Oeiras concedem mais crédito
Etiquetas: Crédito
UNESCO: Vale do Elba deixou de ser Património da Humanidade
Segundo o El Pais, que cita a agência espanhola efe, "el paisaje cultural del Valle del Elba, en Dresde (Alemania), ha dejado de tener el valor de Patrimoniode la Humanidad que se le concedió en 2004 por construirse un puente en el centro mismo de este lugar. Es lo que ha acordado este jueves el Comité del Patrimonio Mundial de la UNESCO. En su trigésimo tercera reunión, que se celebra hasta el día 30 en Sevilla, el Comité ha decidido retirar al Valle del Elba de la Lista del Patrimonio Mundial como "valor universal excepcional" por 14 votos a favor, 5 en contra -que defendían su permanencia- y otros 2 en blanco, ha informado un portavoz de la UNESCO. Se trata de la primera vez que un sitio Patrimonio Mundial es retirado de esa lista en contra del deseo del país donde se encuentra. Hasta ahora el comité sólo había excluido al Santuario del Oryx Árabe de Omán, en 2007, pero fue a petición del propio Estado ante su interés por explotar reservas de petróleo. El paisaje cultural del Valle del Elba se inscribió en la Lista del Patrimonio Mundial en 2004 y pasó a la Lista del Patrimonio Mundial en Peligro en 2006 por el puente de cuatro carriles que ahora se construye en el centro de ese lugar. Entonces, el comité propuso que, en vez de un puente, se hiciera un túnel, pero Dresde no lo aceptó. En 2007 se le concedió una prórroga, y en la última reunión del comité, en Québec (Canadá), se mantuvo en la lista con la confianza de que se pararía la construcción y se harían obras para reparar los daños causados al paisaje. En esa reunión se advirtió a Dresde de que, si el puente no se detenía y no se recuperaba el sitio, el Valle del Elba sería eliminado de la Lista del Patrimonio Mundial, como ahora ha ocurrido"Etiquetas: património, UNESCO
Futebol: "calcio" italiano em crise
Portugal com menos casamentos e mais divórcios
Inversamente, a taxa de divórcios tem subido no período em análise. Em 1992 o INE contabilizava um total de 11 792 divórcios, um pouco mais de metade do número observado em 2006, que foi de 22 881 divórcios. Considerando o número de divórcios por mil habitantes, a taxa de divorcialidade passou de 1.1‰ em 1992 para 2.2‰ em 2006. Nos mapas seguintes, vemos como a taxa de divorcialidade para a média do período em análise é maior nas regiões da Grande Lisboa e do Algarve, ao contrário do Interior Norte do país, que apresenta taxas mais baixas. Também no que diz respeito à taxa de divorcialidade, a tendência será para uma maior homogeneização regional, já que ela tende a aumentar nas regiões onde é mais baixa. Em 2006, a maior taxa de divórcios foi observada no concelho de Setúbal, com 3.6 divórcios por mil habitantes, ao contrário do concelho de Oleiros, onde se contabilizaram 0.2 divórcios por mil habitantes.
Os resultados destas eleições estarão em breve disponíveis ao nível da freguesia no sistema de informação da Marktest. (fonte: Marktest.com, Julho de 2009)
Etiquetas: demografia, Portugal
Bernard Madoff foi condenado a 150 anos de prisão
Etiquetas: caso Madoff
Jornalismo: Supremo russo anula sentença do "caso Politkóvskaya"
Vergonhoso. Diz o jornalista XX do El Pais, que "el Tribunal Supremo de Rusia anuló el jueves la sentencia absolutoria de los acusados de haber asesinado en otoño de 2006 a Anna Politkóvskaya, la periodista crítica con el Kremlin. El Supremo, que se ha basado en tecnicidades para su decisión, ha ordenado un nuevo juicio. Mientras tanto, la defensa ha asegurado que recurrirá esta decisión ante la instancia supervisora del alto tribunal y que llevará también el caso a Estrasburgo. Los abogados de la familia de Politkóvskaya, mientras tanto, reiteraronque estaban de acuerdo con la sentencia absolutoria y que lo que deseaban era una nueva investigación para encontrar tanto a los ejecutores del crimen como a sus organizadores reales. A buen entendedor pocas palabras. Los familiares de Politkóvskaya, la periodista que provocó la furia de los representantes del poder con sus artículos que denunciaban las atrocidades que cometían los militares y las autoridades en Chechenia, y las arbitrariedades de la policía, no desean cabezas de turco, pero éstas sí satisfacen al Kremlin, que quiere poder cerrar de una vez por todas el caso sin que ello signifique sacrificar a ninguno de sus aliados. Y muchos son los que consideran que detrás del asesinato puede estar el líder checheno, Ramzán Kadírov, que, con la venia del Kremlin, ha pacificado a sangre y fuego su región. Politkóvskaya consideraba a Kadírov un criminal y confesaba soñar con verle "en el banquillo de los acusados". Pero es indudable que esto es algo no desean por ningún motivo las autoridades rusas, que están felices por haber encontrado a un hombre que ha podido imponer el orden en la explosiva Chechenia, aunque para ello haya utilizado (y utilice) métodos sanguinarios e ilegales. De ahí que, si admitimos que Kadírov puede estar implicado en el asesinato de Politkóvskaya, debemos concluir que el Kremlin no tiene el más mínimo deseo de hacer este hecho público y, por lo tanto, no tiene interés en encontrar a los verdaderos culpables, que podrían indicar por encargo de quién cometieron el crimen.El problema con un nuevo juicio es que no se ve cómo se podría demostrar que los acusados son culpables, ya que desde febrero, en que se dictó la sentencia absolutoria, hasta la fecha no han surgido nuevas pruebas en contra de ellos. Y la fiscalía fue incapaz de demostrar ni siquiera que el supuesto organizador del grupo al que se le imputa el asesinato conocía en otoño de 2006 a los otros implicados, ni que el arma de la que salieron las tres balas que impactaron el cuerpo de la periodista había sido comprada por el organizador y entregada a los ejecutores, ni que el auto supuestamente utilizado para el asesinato hubiera sido conducido por los presuntos implicados antes de diciembre de 2006. Es decir, la fiscalía no logró probar nada".
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Tribunal analisa contas dos Açores de 2007
Etiquetas: Açores
Novo Aeroporto de Lisboa encosta?
Mário Lino, ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, admitiu que o concurso para o novo aeroporto pode ser lançado só depois das eleições legislativas. No entanto, afirmou estar a trabalhar para lançar o concurso o mais rápido possível.
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Turismo: SATA assinou protocolo com Gra Canária
Portugueses são pobres mas felizes
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Miguel Mendonça comentou o "caso" dos pareceres...
YouTube lança canal dedicado ao jornalismo
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Sabia?
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Humidade e...humidade!
Irão é o recordista em detenções de jornalistas
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Yemenia Air: a companhia aérea da "sucata"...
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Aviação: lista negra mundial de companhias aéreas
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Aviação: afinal tem 14 anos a única sobrevivente
Li hoje no Publico (jornal autor do gráfico) que "a única sobrevivente do acidente do Airbus da companhia de bandeira do Iémen, que se despenhou esta madrugada no Oceano Índico, ao largo das Comores, com 153 pessoas a bordo, é uma rapariga de 14 anos, que foi hospitalizada e cujo estado "não inspira cuidados" revelou a AFP, citando fontes do Crescente Vermelho.Fontes hospitalares em Moroni, capital das Comores, tinham referido que uma criança "viva" fora encontrada no mar entre os destroços do avião.A sobrevivente tinha sido transportada para terra num barco de salvamento, adiantou à mesma agência o coordenador do Crescente Vermelho nas Comores, Arafachad Salim.Foram encontrados cinco corpos sem vida no mar, além de vários destroços, incluindo a carlinga do avião.Entre os 142 passageiros, a que se somava uma tripulação de 11 pessoas, estão cidadãos das Comores. Fonte aeroportuária em Saana, capital do Iémen – de onde o voo era oriundo com destino a Moroni – avançou à AFP que pelo menos 66 dos passageiros eram franceses, muitos deles cumulando cidadania do arquipélago.Viajavam no avião naturais das Comores, Canadá, Etiópia, Indonésia, Marrocos, Palestina, Filipinas e do Iémen.Permanece desconhecida a causa do acidente do avião, um Airbus A310 operado pelas linhas aéreas estatais do Iémen, sendo relatada a existência de más condições climatéricas na região da rota do voo. “Havia ventos muitos fortes e vagas grandes”, sublinhou al-Soumairi, notando que se mantêm as mesmas condições climatéricas, o que está a causar dificuldades às operações de resgate.O ministro francês dos Transportes, Dominique Bussereau, revelou que algumas “falhas” tinham sido detectadas no aparelho durante inspecções feitas em França em 2007, ficando as linhas aéreas do Iémen sob avaliação mas não na “lista negra”. “Desde essa data que avião não voltou a França”, precisou ainda o ministro, em declarações ao canal de televisão I-tele. A empresa aérea estatal do Iémen deveria em breve responder num inquérito perante o comité de segurança da União Europeia.As agências avançam ainda relatos de que os pilotos do Airbus tentaram fazer uma aterragem numa das três ilhas das Comores, Njazidja, mas tal informação não recebeu ainda qualquer confirmação oficial".Etiquetas: Aviação
British Airways consegue 7000 funcionários dispostos a trabalhar de graça,,,
Etiquetas: Aviação
Aviação: companhias perderam 2,1 mil milhões até Abril
Etiquetas: aviacção



































