terça-feira, junho 30, 2015

Tensão regressa a Atenas e à Grécia

fonte: CM

Lisboa-Madeira em kitesurf



Segundo a jornalista do Correio da Manhã, Cátia Carmo, “Francisco Lufinha, 31 anos, quer bater o recorde mundial de kitesurf com uma viagem de Lisboa até à Madeira. Vão ser mais de 40 horas no mar e mil quilómetros em cima da prancha – a velocidade é que só depende do vento. Durante todo esse tempo não vai dormir nem ingerir alimentos sólidos, até porque está limitado nas necessidades fisiológicas no meio do oceano. "Vai ficar cerca de 48 horas sem ir à casa de banho. Tem de evitar tudo o que é fibra. Vai comer vegetais, azeite, queijo, frango, salmão, frutos vermelhos e barras de cereais, tudo triturado", explica ao CM Bárbara Abreu, a nutricionista que acompanha Lufinha. O desportista está há cerca de um ano a preparar-se para o desafio que o põe à prova física e psicologicamente. No último recorde do mundo que bateu, em 2013, numa viagem de 28 horas da Foz do Douro a Lagos, só se sentiu completamente bem nas primeiras 12 horas. "Depois surgiram as dores nos tornozelos, joelhos e abdominais. É como ter facas a espetar, cada uma mais aguda que a outra", recorda Francisco, que pede o apoio dos portugueses para suportar a exigência da prova”
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Lisboa, Porto, Alto Minho e Aveiro no topo das regiões mais desenvolvidas



As áreas metropolitanas de Lisboa e do Porto, o Alto Minho e Aveiro foram as regiões portuguesas com maior índice de desenvolvimento regional em 2013, de acordo com os dados que o Instituto Nacional de Estatística (INE) divulgado esta segunda-feira. Estas quatro regiões foram as únicas que superaram a média nacional. No extremo oposto, encontram-se regiões como o Alto Tâmega, os Açores ou o Douro. Para as contas do Índice Sintético de Desenvolvimento Regional, entram três componentes: a competitividade (que capta o potencial de cada região em termos de recursos humanos e de infraestruturas), a coesão (que procura refletir o grau de acesso da população a equipamentos e serviços coletivos) e a qualidade ambiental (associada à implementação de políticas públicas e práticas sociais sobre o meio ambiente). Quando o assunto é a competitividade, a área metropolitana de Lisboa é a que tem o índice mais elevado, seguindo-se a região de Aveiro e a área metropolitana do Porto. No geral, as regiões do Litoral continental são as mais competitivas, com o Alto Alentejo, o Douro e o Alto Tâmega a ocuparem os últimos lugares da listagem. No que diz respeito à coesão, o destaque vai para a área metropolitana de Lisboa, para Coimbra, Leiria e para as regiões nortenhas do Alto Minho e do Cávado. De acordo com o INE, este índice é mais equilibrado do que o da competitividade, com oito das 25 regiões a superar a média nacional. No campo da qualidade ambiental, o Interior continental e as Regiões Autónomas são as que apresentam valores mais elevados. As regiões do Alto Minho, Lisboa e Leiria também tiveram resultados superiores à média nacional e, nos últimos lugares do índice, estão a região do Cávado, de Viseu Dão Lafões e o Alentejo Litoral (fonte: Observador)

Grécia: a agonia de Juncker

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Madeirense Marco Ferreira: Árbitro da final da Taça foi o pior da época...



O madeirense Marco Ferreira, segundo classificado na época passada, e que arbitrou recentemente a final da Taça de Portugal entre Sporting e Sp. Braga, foi hoje despromovido à segunda categoria da arbitragem. A classificação final dos árbitros da época 2014/15, revelada pela Federação Portuguesa de Futebol, determina ainda a descida de categoria do lisboeta Rui Piteira Rodrigues e do aveirense Jorge Tavares. Jorge Sousa, do Porto, foi considerado o melhor árbitro do ano, seguido de Artur Soares Dias (Porto) e Olegário Benquerença (Leiria), que abandonou a arbitragem por ter atingido o limite de idade. Paulo Batista (Portalegre), que vai deixar a actividade de árbitro pelo mesmo motivo, despede-se com o 12º lugar, enquanto Pedro Proença (Lisboa) surge referido como jubilado. A ‘reforma’, de resto, já começou há alguns meses (fonte: Sol)

Salários na RTP 'são bastante aceitáveis'



O presidente da RTP, Gonçalo Reis, afirmou que os salários na RTP "são bastante aceitáveis" e apontou que a média dos mesmos, excluindo administração e direção de informação, é de 2.100 euros brutos. O Conselho de Administração da RTP foi hoje ouvido na comissão parlamentar para a Ética, a Cidadania e a Comunicação sobre o relatório e contas de 2014 e o plano de atividades da empresa para este ano. Relativamente às negociações sobre o Acordo de Empresa (AE) com os sindicatos, Gonçalo Reis afirmou: "Fizemos propostas bastante conciliadoras, progressivas do que aquelas que estavam em cima da mesa" da administração anterior. Sobre os salários dos trabalhadores da RTP, disse que estes "são bastante aceitáveis".
"A média dos salários, retirando a direção de informação e a administração, é de 2.100 euros brutos, o dobro da média nacional", explicou. Além disso, "98% dos trabalhadores da RTP ganham mais de 1.000 euros de salário base", acrescentou. Gonçalo Reis lembrou aos deputados que os salários da atual administração foram definidos pelo Estado.

"Julgo que o Estado teve em consideração as remunerações dos quadros diretivos da RTP", acrescentou. Ainda sobre o AE, Gonçalo Reis garantiu que a administração "valoriza a RTP como empresa pública", não faz ultimatos e tem uma "atitude moderada", recordando que o Acordo de Empresa está a ser negociado há mais de 24 meses. Deu ainda o exemplo que no caso do suplemento de reforma, em que a anterior administração pretendia reduzir de 6% sobre o salário para 0 (zero), a atual equipa de gestão fez uma proposta para repor. "Estamos a ser mais generosos do que aquilo que estava em negociação", disse. A administradora Cristina Vaz Tomé adiantou que atualmente as negociações do AE incidem sobre a progressão da carreira, o suplemento de reforma e a antiguidade. "A empresa gostaria que fosse implementado um sistema de avaliação de desempenho para todos", pelo que seria necessário "libertar" a progressão automática, adiantou a administradora. Atualmente, disse, a RTP tem 80 estagiários. Sobre os centros regionais da Madeira e dos Açores, Cristina Vaz Tomé adiantou que estes "carecem de investimentos de infraestruturas e equipamento" e que já existe um plano para o efeito. A RTP vai mudar de instalações nos Açores, as quais "não são funcionais". Na Madeira, as instalações são as adequadas, mas será feito um investimento em tecnologia e engenharia. Gonçalo Reis considerou que há áreas onde a RTP vai ter de recrutar e apontou que dos 1.700 trabalhadores, "apenas 2% estão ligados ao 'online". "A RTP tem de ter programadores próprios", disse. (fonte: Sol)